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Gestão de riscos e seguros para Logística e Transportes

Gestão de riscos e seguros para Logística e Transportes

A operação logística gera valor em movimento — e é aí que está mais exposta: roubo de carga, avarias, frota e armazenagem. Estruturamos a proteção de ponta a ponta da cadeia, para transportadoras, operadores logísticos e embarcadores.

Por que é diferente neste setor

Mitigação de perdas começa no contexto.

No Brasil, mover carga é conviver com um risco que, em muitos países, é secundário: o roubo. A ele somam-se avarias, acidentes, a responsabilidade legal do transportador e a concentração de valor nos armazéns. A gestão de riscos logística dá previsibilidade a uma operação de margens apertadas e alto volume.

Mapeamos a cadeia inteira — carga em trânsito, frota, estoque parado e responsabilidades — e definimos as modalidades corretas para cada elo, alinhadas ao gerenciamento de risco que as apólices exigem, para que não haja descoberto justamente no evento que se queria proteger.

Matriz de risco do setor

Onde o resultado fica mais exposto.

As exposições que, neste setor, têm maior potencial de comprometer patrimônio, caixa e continuidade.

Roubo e furto de carga

A maior exposição do transporte rodoviário, sujeita a exigências de gerenciamento de risco.

Avarias e acidentes

Danos à mercadoria em carga, descarga, manuseio e trânsito.

Responsabilidade do transportador

Obrigações da transportadora sobre a carga de terceiros (RCTR-C, RCF-DC).

Frota

Veículos que são a própria operação — e cuja parada interrompe o faturamento.

Armazenagem e estoque

Mercadoria parada concentrada em centros de distribuição, exposta a incêndio e roubo.

Continuidade da operação

Interrupções que comprometem prazos, contratos e a relação com o cliente.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre riscos no setor de Logística e Transportes.

Sim, é uma das principais coberturas, condicionada a medidas de gerenciamento de risco (rastreamento, escolta, rotas) definidas na apólice. O descumprimento dessas condições pode comprometer a indenização.
Ambos têm interesses distintos. A transportadora cobre a sua responsabilidade (RCTR-C e RCF-DC); o dono da carga pode contratar o seguro de carga própria. O ideal é que a operação esteja coberta em conjunto.
Sim. Estruturamos também o seguro de cargas internacional, alinhado aos Incoterms e aos modais envolvidos na importação e exportação.
A RCTR-C responde pela responsabilidade legal do transportador por perdas à carga; a RCF-DC cobre o desaparecimento, tipicamente por roubo. Andam juntas na maioria das operações.
É a declaração das viagens à seguradora. A ausência de averbação pode anular a indenização — por isso o processo precisa ser disciplinado no dia a dia.
Para cargas de valor, sim: rastreamento, escolta e rotas homologadas entram como condição. O descumprimento compromete a cobertura.
Sim, por cobertura patrimonial para o estoque concentrado no centro de distribuição, contra incêndio e roubo.
Pode entrar, pelo seguro de frota, protegendo os veículos que são a própria capacidade de faturar da transportadora.
Sim, com cláusulas específicas para quebra de frio e desnaturação, que exigem descrição correta da operação.
Cargas perigosas demandam coberturas próprias de responsabilidade ambiental. Avaliamos caso a caso conforme a natureza do produto.
Assessoria Praetorium

Vamos proteger o que você construiu.

Uma primeira conversa, sem compromisso. Entendemos o seu caso, identificamos onde você está exposto e apresentamos, com clareza, os caminhos de proteção.

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